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Edoardo Pollastri


Livro homenageia ex-presidente da Câmara Italiana de São Paulo, falecido este ano

13/07/17

Foi apresentado, no último dia 5 de julho, na sede da União das Câmaras de Comércio Italianas no Mundo (Unioncamere), em Roma, durante a reunião anual dos Secretários Gerais das Câmaras de Comércio Italianas no mundo, o livro “Edoardo Pollastri. Impegno civile e strategia di azione al servizio delle reti italiane nel mondo” (Edoardo Pollastri. Compromisso civil e estratégia de ação a serviço das redes italianas no mundo). Durante o evento, que contou com a presença do secretário-geral da Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio e Indústria de Minas Gerais, Leonardo Freitas, várias autoridades e personalidades discursaram em homenagem à ilustre figura de Pollastri.

Confira abaixo alguns desses momentos:

Um homem de outro tempo, com grande carisma, que nunca olhava para o passado, mas que enfrentava os desafios do futuro. Capaz de escutar a todos, confiável, calmo e grande orador. Com emoção e gratidão, na tarde do dia 5 de julho, na sede da União das Câmaras de Comércio Italianas no Mundo (Unioncamere), em Roma, ele foi lembrado novamente: Edoardo Pollastri, o ex-senador da República, Presidente da Associação de Câmaras de Comércio Italianas no Exterior (Assocamerestero) e da Câmara de Comércio Italiana em São Paulo, que faleceu em janeiro deste ano, aos 84 anos. Em ocasião, foi apresentada a obra "Edoardo Pollastri: compromisso civil e estratégias de ações ao serviço das redes italianas no mundo", livro editado por Gaetano Fausto Esposito e Camilla Sala, no terceiro e último dia da reunião em Roma, que reuniu mais de 80 líderes das Câmaras de Comércio Italianas no Exterior (CCIE).

Lembraram de Pollastri: Pietro Bassetti, os senadores Pierferdinando Casini e Claudio Micheloni, os deputados Fabio Porta, Marco Fedi, Laura Garavini, Renata Bueno e Colomba Mongiello. Também estavam presentes Francesca La Marca, o embaixador italiano no Brasil, Antonio Bernardini, e a filha de Pollastri, Paola.

Para fazer as honras, o Presidente da Assocamerestero, Gian Domenico Auricchio, chamou Pollastri de “um homem que deu tanto, confiável e sensível", de "forma direta e relevante." Ainda sobre Pollastri, acrescentou: "Tinha um grande senso de justiça. Eu posso dizer que eu conheci um gentleman; que sempre dizia "olhamos para frente"; sempre, mesmo frente às dificuldades. Ele também dizia aos secretários: “sou mais jovem do que você, porque olho para o futuro e não para o passado”

Presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Casini não perdeu o evento para demonstrar a sua "genuína afeição por Pollastri", lembrado no Senado com "emoção verdadeira". Dele, Casini recordou "o carisma e a confiabilidade." A primeira característica foi em Pollastri inata: "nem todo mundo tem, independentemente da posição que a pessoa tem, mas Edoardo sim, e em todas as coisas que ele fez." E ele era confiável, não tendencioso. Eu era presidente da Câmara quando o conheci em São Paulo e eu vi um sistema eficiente. Eu acho que o Legislativo tem subestimado enormemente o trabalho da CCIE; é verdade que o sistema nem sempre é virtuoso, mas acho que Pollastri e a sua experiência demonstram que o sistema econômico e produtivo da Itália precisam das CCIE. Hoje - concluiu - fazemos homenagem a Edoardo e ao trabalho de uma comunidade que não é mais aquela que representava o amigo Tremaglia, mas feita de atores da vida econômica e social do mundo. Espero que possamos comemorar Edoardo também no Brasil, seria importante para a comunidade italiana."

Pollastri foi "um cavalheiro, um senador, uma pessoa de outro tempo", disse emocionado Claudio Micheloni, eleito no Senado pela primeira vez em 2006, com Pollastri, à época, presidente do Comites para as Questões de italianos no exterior. Foi ele, no ultimo mês de janeiro, que comunicou no Senado o falecimento de seu colega, na comemoração que Casini chamou de "emoção verdadeira".

"Nós trabalhamos muito bem juntos em todas as pautas da agenda naquela época; foi a primeira vez para todos; descobrimos um mundo que não conhecíamos e não foi fácil. Edoardo era um ponto de referência para todos. Para mim - acrescentou - ele ensinou muito: manter a cabeça nas negociações, nas noites financeiras quando organizou turnos para defender as nossas emendas, entre as quais sempre aquelas para as CCIE". Outra característica do Pollastri foi que "em todos os discursos sobre qualquer assunto ele era capaz de inserir uma referência às câmaras de comércio no exterior. Eu não sei se todos estão cientes da importância para vocês na passagem de Edoardo no Senado", acrescentou Micheloni. Pollastri "tinha uma obsessão: transmitir a imagem estrangeira das CCIE", o que geralmente em instituições são representados por líderes romanos, e isso é o que ele fez, mudando a percepção de suas realidades no Senado. E isso ainda é verdade hoje: o trabalho de Pollastri deixou a sua marca". Ainda hoje, ele disse, os representantes das CCIE devem estar cientes de que "é importante o trabalho em Roma, mas é ainda mais mostrar diretamente a sua imagem para as instituições, assim como Pollastri. Espero que o que ele semeou dê frutos, mas o cultivo dessas sementes realmente depende de vocês, porque a política muda, vocês ficam. "

Deputada eleita na América do Sul, a ítalo-brasileira Renata Bueno, em seu breve discurso, disse que "todos nós nos sentimos filhos de Edoardo, e eu e Porta especialmente. Aprendemos muito dele. Quando ele foi eleito, em 2006, eu estudava aqui em Roma, eu cheguei a conhecê-lo no Brasil e, em 2012-13, ele me pediu para concorrer com ele nas eleições. Ele foi um grande professor e pai para mim. Dedico a ele meu trabalho e meu mandato". Então fazendo referencia a Assocamerestero e aos autores do livro, Bueno definiu a iniciativa “fantástica, que reflete os nossos sentimentos, a nossa dívida com ele, em relação a um grande homem.”

Eleita na Europa, Laura Garavini está entre aqueles que, apenas, conheceram Pollastri recentemente: "Não no Parlamento, mas na Assocamerestero", lembrou. "E eu tinha conhecimento do que sempre tinha dito sobre ele: seu grande calor humano e criador da maior rede das CCIE". Pollastri, acrescentou Garavini, "tem o mérito de ser o idealizador da filosofia das CCIE" e é capaz de "interpretar, da melhor maneira, a capacidade de síntese entre os mundos globais e locais". "Eu aprecio esta publicação que eu acho que resume sua filosofia em palavras-chave: ser capaz de construir pontes, e as CCIE são construtoras de pontes no exterior; ser “glocal”, capaz de combinar a origem territorial ao mundo; e finalmente, as CCIE levam a língua italiana nos negócios mundiais. Eu li, em nosso relatório, que 3/4 das suas atividades combinam negócios e promoção da cultura italiana. Eu acredito - concluiu – que para prestar homenagem a este homem extraordinário é necessário continuar o valioso trabalho das CCIE".

Marco Fedi, deputado eleito no exterior também conheceu Pollastri como senador: "Me identifico nas palavras de Micheloni: foi uma referência para nós eleitos no exterior". Eleito com Pollastri em 2006, Fedi confidenciou ter tido uma "opinião confusa das CCIE, que agora mudou. Claro, eu conheço as CCIE que trabalham bem e outras menos brilhantes", mas Pollastri foi "responsável por essa mudança cultural, estamos agora mais conscientes do nosso potencial no mundo."

Se para Ivan Lobello, presidente da Unioncamere, Pollastri era um "personagem de grande qualidade" e com "capacidades significativas, um dos poucos que sempre deixam um tema com o seu nome e que permanecerá na memória de muitos de nós," para Pietro Bassetti, a memória de hoje demonstrou mais uma vez que "todos nós adorávamos Pollastri." Ele era um "homem de carisma, como disse Casini. Uma pessoa que olhava para frente, para conectar, transformar. A nossa tarefa é olhar para sua experiência para olhar para frente juntos”.

Seu compromisso "era explicar aos italianos no mundo que você não pode viver no exterior como um "italiano no exterior"; não se trata de ser migrante, mas operadores que ligam o dom italiano ao mundo, com a experiência dos outros. "

"Piemontese convencido e também brasileiro”, Pollastri "nos convida a assumir o desafio de dar ao mundo os nossos valores, que são compostos por soldagem com o território que cada um integra" olhando "não para a nostalgia do passado, mas para os desafios do futuro." Não como uma pessoa "nacionalista e patriota italiana, mas um cidadão do mundo, portador de valores italianos. Chega de evocação à península, vamos sempre ser da série B ou C; mas se ao contrário evocamos a tradição de estar no mundo pelos nossos valores, nos tornamos uma superpotência de softpower, como diz alguns dos nossos diplomatas. O desafio - reiterou Bassetti - é olhar em frente, esta é a lição do Pollastri, mesmo para as CCIE". Lembrar de Pollastri "nos convida a usar o seu legado de negócios e de política".

Após, a deputada Colomba Mongiello, que falou sobre o que aprendeu com os eleitos no exterior no Parlamento, também falou Pietro Celi, do Ministério do Desenvolvimento Econômico Italiano (MiSE), que confidenciou "sentir muito a falta de Edoardo", que recordou "o sentido das instituições e do respeito. Ele sabia escutar a todos e o fazia. Foi um interlocutor agradável, mesmo em argumentos mais pesados”. Aqueles sentidos hoje foram todas intervenções sem retórica - observou ele - assim como foi Pollastri "que Celi também destacou" a âncora pragmática à realidade "que tanto fez para a rede de Câmaras de Comércio. Uma rede "que eu acho que é única, bem desenvolvida e enraizada no exterior, mas também em constante contato e viva com seu país de origem. E muito devemos a Pollastri".

Por fim, as intervenções foram fechadas por Fabio Porta, deputado eleito para a América do Sul, presidente do Comitê italiano no mundo e do “Sistema País” da Câmara, que Pollastri conheceu em sua chegada no Brasil, há 20 anos, porque "ele já era Pollastri, um monumento, e eu não era ninguém. Quando cheguei em São Paulo ninguém como ele foi imediatamente disponível, típico dos grandes homens. Todos nós nos tornamos algo crescendo e muitas vezes esquecemos que a disponibilidade e a imediata relação com os outros é a primeira característica fundamental de uma pessoa. "Pollastri encarnou a inclusão e subsidiariedade, a relação entre as partes da sociedade civil e instituições". Sob sua direção, "a CCI de São Paulo tornou-se um lugar de encontro, não só da comunidade italiana. Ele conseguiu criar um diálogo dos mundos que até então não estavam se comunicando". E se é verdade que os italianos no exterior se dividiam "entre nostálgicos e grandes empresários", Pollastri destacou a importância da "comunidade" que é "identidade compartilhada, bem como histórias pessoais e diversidade”.

"Como senador deixou um legado importante", disse Porta. "Hoje passaram pouco mais de 10 anos da entrada no Parlamento dos eleitos no exterior" e "ele nos ajuda a ter resultados transparentes: Pollastri foi o parlamentar que interpretou melhor o nosso papel, porque ele soube dar voz ao Parlamento no mundo itálico, como falou Bassetti. Enquanto somos apenas representantes de um pequeno mundo antigo, como disse algum colega, não conseguiremos transmitir a grandeza desta presença, que vai além, até mesmo, das nossas organizações. Pollastri tinha compreendido isto e interpretado; nós nem sempre ficamos à altura desse seu legado, que temos de relançar com o compromisso imperativo para insistir no compromisso das semelhanças, a identidade dos interesses que não distingue a Itália da Itália no exterior, que Pollastri foi o melhor intérprete."

 

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